Hospital Regional de Araguaína promove workshop sobre oxigenoterapia hiperbárica para capacitar profissionais

 Hospital Regional de Araguaína promove workshop sobre oxigenoterapia hiperbárica para capacitar profissionais

A equipe de enfermagem e médicos do Hospital Regional de Araguaína (HRA) participaram, na manhã desta quinta-feira, 5, do evento gratuito “Conectando – Workshop de Oxigenoterapia Hiperbárica: Saúde e Inovação”. A capacitação foi realizada em parceria com a Clínica OXIAR e o Hospital Dom Orione.

Durante o encontro, os profissionais tiveram acesso a informações atualizadas sobre a utilização da oxigenoterapia hiperbárica, técnica que utiliza oxigênio em ambiente pressurizado para potencializar tratamentos, especialmente em casos de feridas complexas.

Para o palestrante, o médico clínico e hiperbarista Wellinton Luiz, a terapia otimiza a entrega de oxigênio aos tecidos, favorecendo a recuperação dos pacientes. “A oxigenoterapia em ambiente pressurizado impulsiona a cicatrização, reduz o risco de infecções e minimiza inflamações. Existem pessoas que passaram décadas sem conseguir calçar um sapato e, após o tratamento, voltaram a ter essa alegria”, destacou.

Segundo o especialista, o método é utilizado no Brasil desde a década de 1990 e tem apresentado crescimento significativo nos últimos anos. “Aqui no Tocantins, o serviço funciona em Palmas desde 2014. Em Araguaína, é mais recente, mas já contamos com convênios públicos e privados. A principal indicação é para o tratamento de feridas crônicas que não respondem ao tratamento convencional ou cuja resposta é muito lenta”, explicou.

Para a enfermeira Valcileide Alves Rodrigues Silva, que atua na área ortopédica, a capacitação foi importante para ampliar conhecimentos. “A terapia hiperbárica traz grande melhoria para o paciente, principalmente em casos mais graves e em feridas complexas”, avaliou.

A enfermeira Nilcilene Pinto Ribeiro também destacou a relevância da capacitação. “Mesmo não sendo um tratamento novo, agora ele está sendo mais difundido. Vejo como uma ferramenta de grande importância no tratamento de pacientes com feridas”, afirmou. (por, Gláucia Mendes)

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